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quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Sistemas de Produção Sustentável




A agricultura brasileira avançou de forma segura na direção da sustentabilidade ao longo das últimas décadas. Para conhecer um pouco mais sobre as alternativas sustentáveis que oferecem ao produtor, ao consumidor e ao planeta um futuro com qualidade para todos, assista. 


Informe-se. Entenda. Compartilhe.
www.agrosustentavel.com.br

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Emater incentiva piscicultura em Senador José Porfírio


Cinco famílias de agricultores do Projeto de Assentamento Ressaca, em Senador José Porfírio, oeste do estado, começaram a receber orientações da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater), para a criação de peixes. A ideia é oferecer uma alternativa de renda e melhorar a qualidade da alimentação das famílias.
A atividade será desenvolvida em tanques escavados. Para que o processo seja realizado de forma correta, a Emater oferece palestras sobre o manejo adequado da atividade, como a construção dos criatórios, preservação de nascentes e mata ciliar. Nesse primeiro momento os agricultores povoarão os tanques com tambaqui e tambatinga. As espécies escolhidas se adaptam bem à região. Cada tanque deve receber até três mil alevinos, dependendo do tamanho do espaço disponível para recria.
As orientações também priorizam a organização dos agricultores em associação ou em cooperativa, o que influencia diretamente na baixa dos custos com a atividade, como a compra de ração alternativa para alimentação do pescado. Segundo a técnica em aquicultura da Emater, Simone Gomes, trabalhar piscicultura na região é oneroso. Só os gastos com a alimentação para os peixes estão estimados entre 50% e 60% do custo total com a atividade. “Também estaremos empenhados posteriormente em produção de ração alternativa para a alimentação do peixe”, disse Simone.
Outra dificuldade na região é a incerteza que ainda têm os agricultores sobre os grandes empreendimentos iniciados e pensados para a região. Senador José Porfírio, município da área de influencia da hidrelétrica de Belo Monte, tem expectativa de sediar ainda a construção de uma empresa de exploração de minério. “Diante de todas as dificuldades, inclusive da diminuição da oferta de peixes no rio Xingu, que corta o município, para os agricultores, diversificar as atividades produtivas acaba sendo uma garantia de renda e de alimentação para as famílias”, disse a técnica.
Apesar dos tanques estarem localizados em uma área de garimpo, a Emater diz que pelo menos nesse primeiro momento a carne do pescado não apresenta nenhuma alteração. “A água que abastece os tanques é de nascentes que ocorrem dentro dos lotes”, confirmou. A despesca começa a ocorrer a partir do décimo mês, quando os peixes já atingem mais de um quilo de peso. O quilo do pescado deve ser comercializado a R$ 10,00.

Texto:
Iolanda Lopes - Emater
Fone: (91) 3256- 5410 / (91) 9168-0535
Email: iolanda1lopes@hotmail.com / ascomematerpara@gmail.com

Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural
Rod. BR 316, Km 12 S/N. Marituba-PA. CEP: 67.105-970
Fone: (91) 3256-1931 / 2644
Site: www.emater.pa.gov.br Email: presidencia@emater.pa.gov.br / gabinete@emater.pa.gov.br

Fonte: Agência Pará de Notícia >> LEIA AQUI.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Emater orienta sobre diversificação e produção de pescado na região do Xingu*




A Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Pará (Emater) está orientando produtores rurais e pescadores de Senador José Porfírio, município da Região do Xingu, sobre diversificação e produção de pescado. A empresa oferece orientação técnica de manejo, alimentação, biometria e limpeza dos tanques, visando garantir uma nova alternativa de renda para as famílias e aproveitar os recursos naturais existentes no município.
Uma das experiências desenvolvidas em Senador José Porfírio é na comunidade Tarumã, na propriedade de Alvimar Moreira. Dentro do igarapé que corta a propriedade, o produtor construiu uma base fixa de madeira e aproveitou o corpo d’água já existente para desenvolver a piscicultura. Corpo d’água pode ser um igarapé, uma lagoa ou qualquer outro local que não sofra muita influência das marés.
No espaço de seis metros cúbicos ele colocou 1,5 mil alevinos de tambaqui. Os peixes permanecem nos tanques geralmente por um ano, até que atinjam entre 800 e 900 gramas, quando ficam prontos para comercialização. A produção estimada chega a 1,3 toneladas de pescado.
Segundo a técnica em Aquicultura da Emater, Simone Silva, a atividade em tanque-rede está crescendo em Senador José Porfírio, devido ao grande potencial pesqueiro da região.
Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados no último Censo, a atividade pesqueira do tipo artesanal merece destaque, visto que contribui efetivamente para a conservação ambiental da região. A pesca representa a terceira maior fonte de renda para as famílias ribeirinhas.
Entre as grandes dificuldades para a produção do pescado em tanques redes  está o acesso aos insumos (ração e alevinos), que ainda são comprados em outros municípios.

Texto:
Iolanda Lopes - Emater
Fone: null / (91) 9168-0535
Email: gabinete@ceasa.pa.gov.br

Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural
Rod. BR 316, Km 13 S/N. Marituba-PA. CEP: 67105-970
Fone: (91) 3256-0150 / 0015
Site: www.emater.pa.gov.br Email: presidencia@emater.pa.gov.br

* Notícia originalmente publicada em: Agência Pará de Notícia >> CLIQUE AQUI!

sábado, 3 de março de 2012

AGRICULTURA IRRIGADA: INCENTIVAR PARA PRODUZIR ALIMENTOS COM SEGURANÇA

 A UNESP Ilha Solteira na campanha pela uso sustentável e manejo adequado da água.

O Brasil precisa produzir mais alimentos com segurança, em quantidade e qualidade. Devemos incentivar e apoiar o uso da Agricultura Irrigada, como sendo uma técnica sustentável e rentável. A solução é investir nos diversos tipos de Sistemas de Irrigação nas pequenas, médias e grandes propriedades agrícolas, para que haja a produção de grãos, frutas, hortaliças, olerícolas, tubérculos, etc., garantindo emprego, renda e segurança alimentar ao produtor, evitando principalmente o êxodo rural. 

A irrigação localizada é o sistema em que a água é aplicada diretamente na região radicular em pequenas intensidades (baixa vazão) e alta frequência (turno de rega pequeno), mantendo esse solo próximo à capacidade de campo. Os dois métodos mais importantes de irrigação localizada são o Gotejamento e a Microaspersão. Dentre as diversas vantagens temos:

  • Possibilita controle rigoroso da quantidade de água fornecida às plantas;  Economia de água e energia;
  • São usualmente semi-automatizados ou automatizados, necessitando uma menor mão-de-obra para o manejo do sistema;
  • Permitem melhor controle de pragas, doenças e ervas daninhas, resultando no menor uso de agrotóxicos e em maior qualidade nos alimentos;
  • Permite a fertirrigação (aplicação de fertilizantes essenciais às plantas via água de irrigação);
  • Otimiza o uso de fertilizante;
  • Possibilita o uso de água salina;
  • Possibilita o cultivo em áreas com afloramentos rochosos e/ou com declividades acentuadas;
  • Excelente uniformidade de aplicação de água, etc.
 A água que muitos utilizam e precisam para diversos fins.

O uso racional da água, de forma sustentável pelos agricultores, já é uma prática multiplicadora no mundo, e está aumentando cada vez mais, principalmente por quer a irrigação destina-se a ajudar na preservação do meio ambiente e não a ser uma vilã (como muitos comentam). Nossos produtores devem ter a consciência de que a sustentabilidade também vem da irrigação.

Uma das técnicas é armazenar a água na época das chuvas e ser usada para irrigação nos períodos de seca. É conscientizar os produtores brasileiros sobre o uso da água das chuvas, armazenadas em barragens, açudes e represas. Mudar o perfil do brasileiro a partir da irrigação, pois o Brasil têm bastantes terras úmidas e férteis que favorecem o cultivo de diversos produtos irrigados. Devemos incentivar e praticar o aproveitamento dos recursos hídricos para aumentar a produtividade e lucratividade, com a preservação do meio ambiente.

Com o uso da Agricultura Irrigada, o produtor pode se preparar melhor para enfrentar os fenômenos climáticos que vêm afetando o setor agropecuário, não apenas no semiárido, mas em outras regiões do país, onde a irrigação é necessária. Como complemento à prática, também deve ser incluída a drenagem agrícola nos projetos de irrigação, devido à importância no controle do excesso de água e na redução do processo de salinização das terras sob irrigação.
 
A planta agradece a água recebida gota a gota.

A Agricultura Irrigada é uma técnica importante para minimizar os riscos da agricultura, bem como os impactos ambientais. Além de ajudar a alimentar milhares de pessoas, gerar riquezas e divisas para nosso país, a irrigação colabora ainda de forma extremamente relevante para a melhoria de renda e a fixação das pessoas no campo, principalmente, em regiões de clima semiárido, como o caso da região Nordeste no Brasil.

Nossos representantes políticos devem priorizar o fomento à técnica da Agricultura Irrigada, como sendo uma solução para a produção e segurança alimentar. A sociedade agradece.
Marcus Damião de Lacerda
Engº Agrônomo – UFPB/Areia-PB
M.Sc. em Engª Agrícola (Irrigação e Drenagem) – UFCG/Campina Grande-PB
Doutorando em Agronomia (Sistemas de Produção) – UNESP/Ilha Solteira-SP
Extensionista Rural I - EMATER-PA