quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

EMATER-PARÁ em São Geraldo do Araguaia Alavanca o Desenvolvimento Municipal


A EMATER-PARÁ  com uma nova gestão de governo, com profissionais qualificados do quadro e da área na diretoria executiva, mostra trabalho e desenvolvimento no Estado do Pará.
 É respeito e transparência com a população paraense, e principalmente compromisso com nosso público-alvo (agricultores(as), produtores(as) familiares).

O Município de São Geraldo do Araguaia, localizado na região sudeste do Estado do Pará, apresenta uma população de 25.584 pessoas (censo do ibge, 2010), fica localizado a cerca de 160 km de marabá e 130 km de Araguaína-TO, apresenta 23 (vinte e três) projetos e/ou planos de assentamentos (PA’s) da reforma agrária do INCRA-PA.

Da população existente, cerca de 2,5 mil famílias residem da zona rural, destas aproximadamente 700 famílias desenvolvem como atividade secundária a fruticultura, com ênfase na produção de banana, gerando-se renda e emprego na região.

A produção de banana no município de São Geraldo do Araguaia é comercializada nos municípios de: Marabá, Parauapebas, Paragominas, Belém e outros no Estado do Pará. Além de cidades como: Araguaína-TO, Gurupi-TO, Palmas-TO, Imperatriz-MA, entre outras.

São mais de 900 caixas de 22 kg por semana, comercializadas nestes municípios. Onde sai em média da fazenda/sítio do produtor(a)/agricultor(a) ao preço de r$ 16,00 por caixa, gerando-se uma receita de aproximadamente r$ 14.400,00, só com banana, numa semana. A bananicultura neste município é uma atividade de suma importância nestes assentamentos, haja vista que, mesmo sendo a pecuária de leite e de corte como atividade principal de renda/receita, que aos poucos as áreas de pastagem não resistem ao degradamento e modificação antrópica, muitas delas sem correções (calagem e adubação) e ataque de pragas como cigarrinhas e cupins, além da conseqüência da acidez elevada do solo.

Após realização de um trabalho em equipe no escritório local da EMATER-PARÁ no município de São Geraldo do Araguaia-PA, com início em 2009, objetivando o incentivo e a recuperação de alguns bananais na região sudeste do estado do Pará, especificamente no município de São Geraldo do Araguaia-PA, onde o intuito é a incrementação de cultivares resistentes às principais doenças desta frutífera (banana), principalmente dos fungos da sigatoka negra, da sigatoka amarela e do mal-do-panamá.

O escritório local da EMATER-PARÁ em São Geraldo do Araguaia-PA, instalou em 2009 quatro (4) unidades de observação (u.o.'s) em projetos e/ou planos de assentamentos (p.a.'s), sendo eles: p.a. vale do mucura i, p.a. lagoa bonita, p.a. boqueirão e p.a. miguel gomes da silva. Utilizou-se as cultivares brs conquista (tipo conquista), caipira (tipo maçã) e fhia 18 (tipo prata), com mudas provenientes do laboratório sbw do brasil agrifloricultura ltda. (holambra-sp).

Lembramos, com méritos, da patente dos materiais da empresa EMBRAPA, parceira da EMATER-PARÁ na validação e socialização de tecnologia.

Estas cultivares estão inseridas no município de São Geraldo do Araguaia-PA, introduzidas pela equipe local da emater-pará, em plena produção, onde fora realizada degustação dos frutos com agricultores, produtores, empresários e redes de supermercados.

Muitos produtores/agricultores mostraram-se satisfeitos e animados com os materiais para investimento em plantio. Tanto na palatabilidade, no custo de produção, comercialização e aceitação. Pois os materiais já se encontram em plena produção. Somente um (1) produtor está colhendo toda semana cerca de 300 caixas de 22 kg, comercializadas em Paragominas-PA. E não é a bananicultura a atividade principal, pois o produtor é pecuarista, mas está bastante animado com a demanda por esta fruta. O mesmo apresenta 4,84 hectares (1 alqueire) irrigados por sistema microaspersão.

Temos uma demanda perante o agente financeiro e parceiro (Banco do Brasil) no Município, de 200 (duzentos) projetos de investimento em fruticultura irrigada, na cultura da bananeira. Serão aproximadamente r$ 10 milhões investidos do PRONAF AF, ambos no valor de R$ 50.000,00 cada. Cujo projeto será e deve ser irrigado. Pois dará segurança, sustentabilidade e lucratividade na propriedade. Onde teremos um retorno de taxa de ater para empresa de r$ 200 mil. Sendo assim, alavancará e impulsionará o desenvolvimento na região e os trabalhos de ATER  na EMATER-PARÁ.
TEXTO e FOTOS: Engº. Agrº. Marcus Damião

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

SAF/MDA e FAO discutem políticas públicas brasileiras


O secretário de Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário(MDA), Laudemir Müller, se reuniu na tarde desta quarta-feira (9), em Brasília (DF), com os representantes da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) do Chile, Adoniram Peraci e Fernando Souto. O objetivo foi discutir com a entidade internacional as diferentes políticas públicas criadas pelo governo brasileiro em defesa dos interesses dos agricultores familiares.

Estiveram presentes na reunião os diretores do Departamento de Assistência Técnica e Extensão Rural (DATER), Argileu Martins da Silva; e do Departamento de Financiamento e Proteção da Produção (DFPP), João Luiz Guadagnin; e o coordenador do Programa Mais Alimentos, Hercílio Matos.

Foram apresentados temas de interesse da FAO referentes aos programas e políticas criadas pelo MDA, dentre elas, o Programa Mais Alimentos, as atividades de apoio ao agricultores do serviço de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater), as linhas de crédito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e as políticas de Agregação de Valor e Renda e de Comercialização. “A junção de todas essas nossas políticas têm ajudado a valorizar o preço dos alimentos dos agricultores e cooperado para o fortalecimento da comercialização dos produtos no mercado interno e externo”, afirmou Laudemir Müller.

Müller também falou sobre o preço dos alimentos e como os programas do MDA tem contribuído com a inserção dos produtos da agricultura familiar na mesa dos brasileiros. Atualmente, cerca de 70% da mesa brasileira é composta por alimentos provenientes da agricultura familiar.

No final da reunião, os representantes da FAO demonstraram interesse em levar as políticas e programas do Brasil para os países da América Latina. A entidade irá contar com o apoio da SAF/MDA na formulação das políticas públicas em construção pela FAO voltada para esses países.

FONTE. site MDA.

Diretoria da EMATER-PARÁ visita Regional de Marabá

Apresentação da Cultivar de Bananeira BRS CONQUISTA, resistente às Principais Doenças (Sigatoka Negra, Sigatoka Amarela e Mal-do-Panamá). Material plantado em São Geraldo do Araguaia-PARÁ, desde 15 de novembro de 2009. Na foto nossa Presidenta da EMATER-PA, Dra. Cleide Amorim, Diretor Técnico, Dr. Humberto, Supervisores do Regional de Marabá, Dr. Walter e Dr. Genival, e minha pessoa, Eng. Agrônomo Marcus Damião de São Geraldo do Araguaia-PA. É a EMATER-PARÁ no avanço do desenvolvimento sustentável, com ênfase na FRUTICULTURA.

Fonte: Engº. Agrº. Marcus Damião

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Serviços de ATER em áreas de Assentamento - São Geraldo do Araguaia

Registro dos Serviços de ATER empreendidos pela competente equipe técnica da EMATER-PARÁ em São Geraldo do Araguais, as fotos apresentam os excelentes resultados obtidos no Plantio de Bananeira Resistente as Principais Doenças (Sigatoka Negra, Sigatoka Amarela e Mal-do-Panamá). 









Informações:
Local: São Geraldo do Araguaia-PARÁ
Assentamento (P.A.) Terra Nova. 
Data de Plantio: 19 de Novembro de 2009. 
Cultivares: BRS Conquista (Tipo Conquista), Caipira (Tipo Maçã) e Fhia 18 ou Galil 18 (Tipo Prata).
Agricultor/Produtor: Murilo Júnior. 
Tamanho da Área: 4,84 ha (1 alqueire). 
Acompanhamento Técnico: Marcus Damião de Lacerda
EMATER-PARÁ, São Geraldo do Araguaia-PA.
 

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

MDA/SAF capacita técnicos sobre Pronaf Sustentável

Começam nesta segunda-feira (07), os cursos do Pronaf Sustentável para técnicos das empresas de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) contratados nas chamadas públicas da Operação Arco Verde (OAV). De 7 a 18 deste mês, o curso será em Marabá (PA) e em Porto Velho (RO). De 21 de fevereiro a 4 de março, a capacitação será nas cidades de Belém (PA) e Marabá (PA). Serão capacitados 97 técnicos que atenderão 4.250 agricultores familiares em oito municípios da OAV na metodologia do Pronaf Sustentável, com enfoque em sistemas agroflorestais.
 Serão abordados nos cursos os seguintes temas: Lei de Ater, Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Pnater), metodologia participativa, legislação ambiental, princípios do desenvolvimento rural sustentável e crédito rural do Pronaf, entre outros.
O Pronaf Sustentável tem como objetivo planejar, orientar, coordenar e monitorar a implantação dos financiamentos de agricultores familiares e assentados da reforma agrária, com enfoque sistêmico, no âmbito das modalidades de crédito rural do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).
FONTE: Site MDA

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Amazônia tem 135 quilômetros quadrados de área desmatada em dois meses

Paula Laboissière
Repórter da Agência Brasil
Brasília – O Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter) registrou, nos meses de novembro e dezembro do ano passado, um total de 135 quilômetros quadrados (km²) de área desmatada na Amazônia. Os dados têm como base imagens feitas por satélites do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
O sistema registra áreas de corte raso, quando os satélites detectam a completa retirada da floresta nativa, e também áreas classificadas como de degradação progressiva, que revelam o processo de desmatamento na região.
O Deter funciona desde 2004 como um sistema de alerta para suporte à fiscalização e controle de desmatamento e detecta apenas polígonos de desmatamento com área maior que 25 hectares. Os resultados são enviados quinzenalmente ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), responsável por fiscalizar as áreas de alerta.

Edição: Lílian Beraldo
FONTE: Site Agência Brasil

Governo libera R$ 24 milhões para pagamento de subvenção a extrativistas

Da Agência Brasil
Brasília - O governo federal disponibilizou R$ 24 milhões para pagar subvenção da safra 2010/2011 aos extrativistas de 11 produtos da sociobiodiversidade incluídos na Política de Garantia de Preço Mínimo (PGPMBio).
A subvenção é garantida pela política de preço mínimo do governo que paga ao produtor a diferença entre o valor de mercado e o valor mínimo estipulado – quando o valor de mercado desses produtos está abaixo do mínimo.
Diferentemente da política de preços mínimos da agricultura tradicional, que envolve leilões públicos de compra de produção e outros mecanismos burocráticos, no caso dos extrativistas, o governo paga diretamente a esses produtores a diferença entre o preço de comercialização e o preço mínimo. O próprio extrativista vende o produto e recebe a complementação.
A fixação do preço mínimo para produtos extrativistas faz parte das ações do Ministério do Meio Ambiente, em conjunto com outros ministérios, para melhorar a capacidade produtiva de auto-sustentação dos povos tradicionais e da agricultura familiar. O objetivo é fortalecer a cadeia produtiva da sociobiodiversidade.
Os produtos da sociobiodiversidade que têm preço mínimo são: açaí, babaçu, baru (fruto), borracha natural extrativa, castanha-do-Brasil, cera (tipo 4) e pó cerífero (tipo b) da carnaúba, mangaba, pequi, piaçava e umbu.
Com o dinheiro garantido, a população não precisa buscar atividades alternativas para garantir o sustento da família, mantendo a floresta preservada. De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, o Brasil tem cerca 1,5 milhão de pessoas que vivem do extrativismo.
Para conseguir o benefício, produtores e associações de extrativistas precisam tirar a Declaração de Aptidão ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e apresentar a segunda via da nota fiscal da venda do produto à Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) do estado, que pagará a subvenção.

Edição: Lílian Beraldo
FONTE: Site Agencia Brasil

NOTA PÚBLICA DO PAINEL DE ESPECIALISTAS SOBRE A UHE BELO MONTE AMAZÔNIA – BRASIL

O grupo de pesquisadores, professores universitários e estudantes de pós-graduação que constitui o Painel de Especialistas tem dialogado, nos últimos dois anos, com os movimentos sociais e indígenas da região de Altamira sobre o Projeto da UHE Belo Monte, com a finalidade precípua de produzir uma análise criteriosa dos documentos referentes ao seu processo de licenciamento. Neste momento em que o IBAMA autoriza a construção de obras (canteiros, prédios, estradas), o desmatamento de 238,1 hectares, e a abertura de clareiras e picadas nos rios Bacajá e Xingu, mediante a Licença de Instalação nº 770/2011, a Autorização de Supressão de Vegetação nº 501/2011 e a Autorização de Abertura de Picada nº505/2011, respectivamente,

O Painel de Especialistas informa:

  • o acompanhamento do Plano Básico Ambiental, do atendimento às condicionantes expressas na Licença Prévia e das justificativas expressas na “Licença de Instalação Parcial” - que sequer figura na legislação referente ao Licenciamento Ambiental Brasileiro - evidencia que existe um processo de transformação daquilo que deveria ser prévio e condicional em medida genérica de acompanhamento e monitoramento. Avilta-se, através deste triste exemplo, a possibilidade do licenciamento ambiental se constituir enquanto ferramenta de planejamento público e como peça de compromisso social. Procura-se decompor uma das etapas da licença, suprimindo cautelas técnicas e direitos da população - ameaçada pelo projeto e pela superficialidade das ações tomadas após a concessão da Licença Prévia. Este último movimento do processo de licenciamento denota descompromisso do empreendedor e do órgão de licenciamento ambiental com o equacionamento entre o aproveitamento hidrelétrico pretendido, os direitos da população e o meio ambiente.

O Painel de Especialistas

  • alerta a opinião pública e as autoridades máximas do governo brasileiro para os riscos de uma situação social explosiva, e endossa a preocupação com consequências ecológicas e culturais nefastas e irreversíveis; 
  • apela aos cientistas brasileiros e do mundo a adotar uma posição crítica e vigilante, a direcionar os seus estudos para produzir evidências sobre o desastre econômico, social e ambiental anunciado, a compartilhar do esforço de publicizar resultados de pesquisas sobre as questões técnico-científicas e políticas do projeto;
  • repudia a concessão da Licença de Instalação nº770/2011, a Autorização de Supressão de Vegetação nº 501/2011 e a Autorização de Abertura de Picada nº505/2011;
  • convoca os cientistas do Brasil e do mundo a se unirem em defesa do compromisso social da Ciência e de seus profissionais de não realizar atos ou tomar decisões que representem destruição de culturas, extinção de espécies e ameaça à vida e à paz.

Amazônia, Brasil, 04 de fevereiro de 2011
Leia a íntegra da nota www.xinguvivo.org
paineldeespecialistas@gmail.com
 FOTO: extraida da internet.
NOTA: 
Compartilho da Nota dos Especialistas, povos da amazônia, vamos nos posicionar contrarios a UHE Belo Monte. Alcir Borges